Os direitos humanos e a indicação presidencial para o STJ

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Desde fevereiro de 2011, estão à disposição da Presidenta Dilma as listas tríplices elaboradas pela OAB e aprovadas pelo Superior Tribunal de Justiça – STJ para o preenchimento de 3 vagas no Tribunal destinadas às advogadas e advogados.

Assim como na ocasião da abertura da vaga para o Supremo Tribunal Federal – STF, a sociedade se vê novamente à espera da indicação presidencial sem, no entanto, conhecer informações sobre os critérios que definiram os nomes indicados, que serão posteriormente sabatinados na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania do Senado e votados no plenário da Casa. No ano passado, com a aposentadoria do ministro Eros Grau na Suprema Corte, a sociedade começou a desenvolver atividades e debates sobre a importância dos cargos de Ministros dos Tribunais Superiores para a democratização da justiça.

Neste sentido, a Terra de Direitos, Ação Educativa, Geledés, Conectas e Dignitatis, organizações de direitos humanos que desenvolvem um trabalho voltado à participação social na administração da justiça, protocolaram hoje (08) na Presidência da República um ofício solicitando a realização de debate social sobre a necessidade de regulamentação do procedimento de indicação presidencial aos cargos de Ministros dos Tribunais Superiores no Brasil.

O ofício (leia aqui) protocolado solicita também que o compromisso com os direitos humanos ao longo da carreira seja um critério balizador da escolha da Presidenta para cargo de tamanha relevância e interesse social.

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Linhas de atuação: Justiciabilidade dos direitos humanos e democratização da justiça