No dia 27 de julho aconteceu, em Curitiba, o Tribunal de Júri que puniu pela primeira vez um caso de milícia privada no campo. (…)
19/07/11
No dia 27 de julho aconteceu, em Curitiba, o Tribunal de Júri que puniu pela primeira vez um caso de milícia privada no campo. (…)
23/11/10
Em agosto de 2007, a Guarda Municipal de Curitiba despejou forçosamente a sede da Associação de Moradores “Força de um Poder Maior”, agindo com violência e arbítrio desnecessários. O caso envolve flagrante violação dos direitos humanos à moradia e à cidade, bem como de agressão e criminalização de defensores de direitos humanos.
14/06/10
Leia mais sobre a história da Faz. Santa Filomena, um caso emblemático de luta pela democratização do acesso a terra no Brasil.
29/03/10
Este caso traz a tona diversos debates, entre eles o perigo de contaminação por trânsgênicos, a contratação de milícias privadas no campo, o assassinato do trabalhador rural Keno e a responsabilização de empresas trasnacionais por crimes cometidos.
11/02/10
O acampamento Chico Mendes localiza-se no engenho São João, pertencente à Agropecuária Tiúma, do grupo Votorantim. A Agropecuária estava falida e praticamente abandonada há dezessete anos. Dentre as famílias sem terra que ocuparam o engenho São João, muitas eram empregadas da Usina, ficaram desempregadas com a falência da empresa e não receberam seus direitos trabalhistas.
21/10/09
Cerca de 100 famílias vivem nos engenhos, sendo que muitas delas trabalhavam na área e ficaram sem emprego após o fechamento das indústrias. Em 1998, o INCRA iniciou o processo de desapropriação da área, considerada improdutiva. O processo de se arrasta há dez anos e, enquanto isso, as famílias convivem em precárias condições de vida e denunciam violações de direitos humanos. Entre elas, está uma lista de pessoas “marcadas para morrer”.
08/10/09
A organização Terra de Direitos e o NAJUP – Núcleo de Assessoria Jurídica Popular – divulgam um relatório sobre violações de direitos humanos em engenho da Zona da Mata de Pernambuco. Além do processo para desapropriação que se arrasta mais de dez anos, a denúncia envolve ainda a formação de milícias privadas e a existência de uma lista de trabalhadores ameaçados de morte.