Biblioteca

Advocacia Geral da União (AGU)

Famílias são assentadas após 9 anos de ocupação no Noroeste do Paraná

Assentamento Elias Meura A criação do assentamento em Carlópolis é uma grande vitória e dá um desfecho à ocupação iniciada por famílias integrantes do MST em 2004. Por outro lado, a denúncia feita pelo Movimento à época sobre a improdutividade da fazenda Santa Filomena ficou impune.

Arquivado em Notícias com as tags , , , , , , ,
Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

Justiça Federal decide o futuro de 80 famílias sem terra acampadas há oito anos no Paraná

Cerca de 80 famílias acampadas há oito anos em uma fazenda improdutiva no Noroeste do Paraná, entre os municípios de Guairaça e Planatina, estão sob ameaça de despejo desde agosto de 2012, quando o Juiz Federal Substituto da Subseção Judiciária de Paranavaí/PR, Braulino da Matta Oliveira Junior, expediu ordem de reintegração de posse da área. Na última semana as famílias recorreram da decisão e caso agora está no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, nas mãos do juiz federal convocado Dr. João Pedro Gebran Neto, relator do processo.

Arquivado em Notícias com as tags , , , , , , ,
Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

Elias Gonçalves de Meura | Noroeste do Paraná

Fotos-Acamp.-Elias-de-Meura-7-300x225 Caso emblemático de luta pela democratização do acesso a terra no Brasil. Na análise podemos ver intensa disputa pela terra com ocupações, ações no poder judiciário e no executivo. Violência contra os trabalhadores, criminalização da ação social e obstáculos judiciais são os principais fatores que se colocam no caminho da destinação social da área.

Arquivado em Casos emblemáticos com as tags , , , , , , ,
Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

Gazeta do Povo: Famílias são despejadas de área da União em São José dos Pinhais

Nove famílias que se instalaram em uma área localizada na Vila Zippin, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, – e que pertence à União – foram retiradas do local na manhã desta quarta-feira (1º). O despejo ocorre por conta de um mandado de reintegração de posse, determinada pela Justiça com base em ação movida pela Advocacia Geral da União (AGU).

Arquivado em Sala de mídia com as tags , , , ,
Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial