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Crimes no campo

Ex-pistoleiro da UDR é condenado pelo assassinato de trabalhador sem terra

Crimes no campo Em julgamento que durou quase dez horas, Augusto Barbosa da Costa foi sentenciado a 12 anos de prisão. Réu já tinha sido julgado e inocentado anteriormente, mas teve caso revisto por contradições em sua absolvição. Pistoleiro é a quarta pessoa relacionada ao crime a ser condenada.

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Integrante da UDR acusado de participação no assassinato de trabalhador sem terra vai a novo julgamento

Primeiro júri de Augusto Barbosa da Costa, em fevereiro de 2013. No primeiro júri ao qual foi submetido, em fevereiro de 2013, Barbosa da Costa foi absolvido, mas com explicita contradição entre os votos dos jurados: a maioria dos integrantes do júri reconheceu a participação do réu de forma efetiva e consciente no crime, portando arma de fogo e aderindo à mesma conduta dos demais presentes no despejo.

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OEA recebe pedido de investigação e punição dos responsáveis pelo assassinato de integrante do MST no PR

Crimes no campo Os 21 anos de impunidade para os culpados pelo assassinato do agricultor sem terra Bento da Silva, o Teixeirinha, são tema de denúncia feita à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, organismo da Organização dos Estados Americanos – OEA. Na denúncia, a Comissão Pastoral da Terra do Parará - CPT e a Terra de Direitos pedem a investigação e punição de policiais militares autores do crime.

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Temido latifundiário e madeireiro do Sudeste do Pará é condenado a 12 anos de prisão pelo homicídio do sindicalista Dezinho em julgamento polêmico

Dezinho Após 14 anos de luta, foi condenado pelo Tribunal do Júri do Pará o mandante do assassinato do sindicalista José Dutra da Costa, o Dezinho. O fazendeiro e madeireiro Décio José Barroso Nunes, o Delsão, foi sentenciado a 12 anos de prisão por crime de homicídio duplamente qualificado.

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Mandante do assassinato do sindicalista José Dutra da Costa, Dezinho, vai hoje a júri popular

Dezinho Fazendeiro e madeireiro Décio José Barroso Nunes, conhecido como Delsão, é acusado de ser o principal mandante do crime. O julgamento acontece 14 anos após o crime. Caso, que já foi analisado pela OEA, será acompanhado por organizações nacionais de direitos humanos e pela Coordenação do Programa Nacional de Proteção dos Defensores de Direitos Humanos da Presidência da República.

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MST | É preciso democratizar o Judiciário para resolver conflitos agrários, diz advogado

Darci Frigo_foto de Leandro Taques Segundo Darci Frigo, “as ações dos trabalhadores chegam ao judiciário judicializadas contra esses movimentos. O acesso à justiça hoje é amplo, mas os movimentos sociais ou aqueles que lutam por terra chegam na categoria de réus, e não de quem faz as ações”.

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Ação penal contra comandante de milícia armada no Paraná vai a julgamento no TRF4

Copetti Neves Tribunal julgará o caso batizado pela Polícia Federal como “Operação Março Branco”, que desmantelou o esquema de milícias armadas no estado, em 2005. A milícia comandada por Valdir Copetti Neves atuava em despejos violentos em ocupações do MST.

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Gazeta do Povo: Ruralista é preso acusado de matar agente da PF em Cascavel

O ex-líder ruralista Alessandro Meneghel, 46 anos, foi preso na madrugada deste sábado (14) acusado de matar o agente da Polícia Federal (PF), Alexandre Drummond Barbosa, 36. O crime ocorreu em frente à uma casa noturna de Cascavel, no Oeste.

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Antônio Tavares | Paraná

antoniotavares O agricultor sem terra Antônio Tavares Pereira foi assassinado quando se dirigia à capital paranaense, junto de aproximadamente mil integrantes do MST, para manifestações pelo Dia dos Trabalhadores, em maio do ano 2000. O crime ocorreu quando a Polícia Militar impediu que um comboio de 50 ônibus vindos do interior entrasse em Curitiba, na entrada da cidade, pela BR 277.

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Sétimo Garibaldi | Querência do Norte/PR

SetimoGaribaldi-275x300 Na madrugada do dia 27 de novembro de 1998, cerca de 20 pistoleiros encapuzados entram em um acampamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST na Fazenda São Francisco, em Querência do Norte, região Noroeste do Paraná. Apesar de estarem encapuzados, os homens afirmavam serem policiais e realizou um despejo ilegal e violento das famílias.

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Mais um Sem Terra assassinado em Pernambuco

O trabalhador rural Sem Terra Pedro Bruno foi assassinado na manhã de hoje, (02/04) com vários tiros, próximo ao engenho Pereira Grande, no município de Gameleira, Zona da Mata Sul de Pernambuco. Pedro Bruno era assentado no Assentamento Dona (Margarida Alves), e se dirigia a outro assentamento, Frescudim, ambos também no município de Gameleira, quando foi alvejado por vários tiros de arma de fogo. A polícia foi avisada pela família, mas até o momento ainda não tinha chegado no local.

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