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Família de trabalhador sem-terra assassinato denuncia seletividade penal brasileira

Caso Sebastião Camargo “A corda sempre estoura pro lado mais fraco”. É a constatação de quem aguarda há mais de 18 anos pela solução do caso do pai. Mais novo dos cinco filhos de Sebastião Camargo, trabalhador sem terra assassinado no Paraná em 1998, Cezar Camargo vê na morosidade da Justiça um sintoma da seletividade penal que atinge grande parte do Judiciário brasileiro.

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Ciclo de Violência: em 8 anos, 16 trabalhadores rurais foram assassinados no Paraná

A morte dos trabalhadores foi consequência de ação da Polícia Militar, que estava acompanhada de seguranças da Araupel  (Foto: Reprodução) O assassinato de Sebastião Camargo, em 1998 , não foi um caso isolado. O crime se dá num contexto de intensificação da repressão aos movimentos sociais de luta pela terra no Paraná, endossada pelo então governador Jaime Lerner, o “Arquiteto da Violência’’. Entre os anos de 1994 e 2002 – primeiro e segundo mandatos de Lerner – 16 trabalhadores rurais sem terra foram assassinados no Paraná.

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Nota Pública | A importância do Júri do caso Manoel Mattos

Manoel_Mattos-300x200 Em apoio a elucidação do caso Manoel Mattos, que deve ter júri realizado nesta terça-feira (14), entidades e apoiadores lançam nota pública destacando importância do julgamento. Defensor de Direitos Humanos, Mattos foi assassinado em 2009, por grupos que haviam sido denunciados pelas ações de extermínio no Nordeste do país.Este é o primeiro caso de grave violação de direitos humanos com investigações e julgamento federalizados no país.

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Integrante da milícia da UDR vai a julgamento hoje

Primeiro júri de Augusto Barbosa da Costa, em fevereiro de 2013. O integrante da milícia privada da União Democrática Ruralista (UDR), Augusto Barbosa da Costa, acusado de assassinar o sem-terra Sebastião Camargo, vai a júri popular, novamente, hoje, em Curitiba, às 13hs. Costa foi submetido a julgamento em fevereiro de 2013, ocasião em que a maioria dos jurados reconheceu a participação do réu de forma efetiva e consciente no crime, portando arma de fogo e aderindo à mesma conduta dos demais presentes no despejo.

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TJPR aumenta penas de condenados pelo assassinato de trabalhador sem terra

Sebastiao_Salgado9 O julgamento dos recursos pelo TJPR confirmou a condenação de Osnir Sanches e aumentou a pena em dois anos, agora fixada em 15 anos de prisão. Com relação ao réu Teissin Tina, os desembargadores aumentaram a pena em um ano.

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TJ anula júri que absolveu acusado de participar de assassinato de sem terra

Augusto Barbosa Em 4 de fevereiro deste ano, em júri popular, ficou confirmada participação e contribuição de Augusto Barbosa no despejo forçado e no assassinato do agricultor, apesar disso, foi absolvido pelos jurados. Diante desta contradição no julgamento do caso, o Tribunal de Justiça anulou o júri para que se faça outro.

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Marcos Prochet é condenado a 15 anos de prisão por morte de trabalhador sem terra

JOKA3972 Em julgamento histórico, júri popular condena o ruralista Marcos Prochet a 15 anos e nove meses de prisão por homicídio duplamente qualificado, por recurso que impossibilitou a defesa da vítima e ocultação da prática de outros crimes. O julgamento terminou por volta das 22h, com a presença de mais de 200 pessoas, entre elas a viúva o filho de Sebastião Camargo, assassinado há 15 anos.

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Familiares de trabalhador rural assassinado ingressam com ação de indenização contra fazendeiro

Sebastiao_Salgado9 O agricultor foi morto em 1998, no Noroeste do Paraná, durante um despejo forçado. Em novembro de 2012, Teissin Tina, ex-proprietário da fazenda onde ocorreu o crime, foi condenado a seis anos de prisão por homicídio simples.

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Brasil de Fato | Janela para a Justiça

José_Maria_Extrativistas Cinco crimes cometidos contra agricultores sem terra ou pessoas ligadas à defesa de direitos dos trabalhadores do campo têm o julgamento previsto para o primeiro semestre de 2013. Entre eles está o assassinato de Sebastião Camargo, camponês morto há quase 15 anos em um despejo ilegal realizado por uma milícia organizada pela União Democrática Ruralista (UDR). O assassinato de Sebastião Camargo, ao lado dos outros crimes cometidos desde os anos 1990, apontam dilemas para a questão dos direitos humanos e da justiça com os crimes ocorridos no campo.

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Júri absolve integrante de milícia da UDR no Paraná

Foto: Edson Rimonatto O segundo júri popular de envolvidos no assassinato do trabalhador rural Sebastião Camargo, realizado hoje (4), em Curitiba/PR, absolveu o integrante de uma milícia privada da União Democrática Ruralista – UDR, Augusto Barbosa da Costa, acusado de homicídio doloso.

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Apenas 8% dos casos de assassinatos em conflitos agrários são julgados no Brasil

Júri Sebastião Camargo No Paraná, dos 19 crimes ocorridos entre 1994 a 2009, o caso do assassinato do agricultor sem terra Sebastião Camargo é o quarto a ser julgado. Hoje, segunda-feira (4), a partir das 9h, será realizado no Tribunal do Júri de Curitiba o segundo júri popular de um acusado de participação na morte do sem terra.

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Diretor da FAEP é acusado de envolvimento em caso de homicídio no Paraná

Osnir Sanches, condenado em 2012 por participação no assassinato do agricultor sem terra Sebastião Camargo, aponta o atual presidente da Comissão Fundiária da FAEP, Tarcisio Barbosa de Souza, como articulador de milícias no Paraná. Na próxima segunda-feira (4), às 9h, será realizado no Tribunal do Júri de Curitiba o segundo júri popular sobre o caso Sebastião Camargo. Será o pistoleiro Augusto Barbosa da Costa, acusado de participação na morte do sem terra.

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Latifundiário consegue adiar julgamento pela segunda vez

Pela segunda vez, às vésperas de ir a julgamento, o ex-presidente da União Democrática Ruralista Marcos Prochet fica de fora do júri popular dos envolvidos no assassinato do trabalhador rural sem terra Sebastião Camargo. Prochet iria para o banco dos réus na próxima segunda-feira (4), junto de Augusto Barbosa da Costa, integrante de milícia organizada pela UDR, também acusado de participação no crime.

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Ex-presidente da UDR vai a júri popular na próxima segunda-feira acusado de assassinar trabalhador sem terra

Está marcado para a próxima segunda-feira (4) o júri popular que julgará o ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Marcos Prochet, acusado de matar o camponês Sebastião Camargo, de 65 anos, em 1998. O trabalhador sem terra foi morto durante um despejo ilegal na cidade de Marilena, no Noroeste do Paraná, que envolveu cerca de 30 pistoleiros, entre eles Augusto Barbosa da Costa, integrantes de milícia organizada pela UDR, que também vai a júri na próxima semana.

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Fórum Comunitário: Impunidade ainda é regra em casos de crimes contra trabalhadores do campo

A impunidade aos crimes no campo contra trabalhadores sem terra, cometidos no contexto da luta pela reforma agrária, é o tema desta semana do programa Fórum Comunitário, exibido pela TV Comunitária de Curitiba. Para falar sobre o assunto foram entrevistados Darci Frigo, coordenador da Terra de Direitos, e Ramon Brizola, integrante da coordenação estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST.

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Ex-presidente da UDR será julgado em fevereiro acusado de assassinar trabalhador sem terra

Marcos Prochet, ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), vai a Júri Popular no dia 4 de fevereiro de 2013, em Curitiba, acusado de assassinar o trabalhador rural sem terra integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Sebastião Camargo Filho, de 65 anos. As investigações sobre o caso apontam Marcos Prochet como autor do disparo que matou o agricultor, além de ser identificado como chefe do esquema das milícias privadas no sul do Brasil.

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Confira a repercussão nos meios de comunicação sobre o Júri Sebastião Camargo

No dia 28 de novembro, no Tribunal do Júri de Curitiba/PR, duas pessoas foram condenadas pela morte do trabalhador rural sem terra Sebastião Camargo, assassinado em 1998, no município de Marilena/PR. Veja a repercussão do caso nos meios de comunicação estaduais e nacionais.

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Júri Popular condena fazendeiro e integrante de milícia por homicídio de trabalhador sem terra

O julgamento de dois acusados de participação no assassinato do trabalhado sem terra Sebastião Camargo, em 1998, terminou na madrugada desta quarta-feira (28), por volta das 2h, com decisão inédita. Osnir Sanches foi condenado a 13 anos de prisão por homicídio qualificado e constituição de empresa de segurança privada, utilizada para recrutar jagunços e executar despejos ilegais. Teissin Tina, ex-proprietário da fazenda Boa Sorte, onde o agricultor foi assassinado, recebeu condenação a seis anos de prisão por homicídio simples. Os condenados poderão recorrer da decisão em liberdade.

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Ex-presidente da UDR não comparece a julgamento de assassinato de sem terra

O julgamento da morte do trabalhador sem terra Sebastião Camargo teve início na manhã desta terça-feira (27), no Tribunal do Júri, em Curitiba (PR). Porém, sem a presença dos réus Marcos Prochet, ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), e de Augusto Barbosa da Costa, integrante da milícia organizada e financiada pela UDR.

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