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MPF | Cientistas, ativistas e procuradores debatem, em livro, as barragens no Tapajós

ocekadi 2 Foi lançado, na última sexta-feira(16), o livro Ocekadi: hidrelétricas, conflitos socioambientais e resistência na Bacia do Tapajós. Organizada por Daniela Alarcon, Brent Millikan e Maurício Torres, a publicação traz 25 artigos de cientistas, ativistas, índios, procuradores da República e jornalistas tratando dos controversos projetos de barragens propostos pelo governo para a Bacia do Tapajós. Ocekadi é uma palavra Munduruku que pode ser traduzida como “o nosso rio” ou o “rio do nosso lugar”.

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Linhas de atuação: Justiciabilidade dos direitos humanos e democratização da justiça, Terra, território e equidade sócio-espacial

II Caravana em Defesa do Rio Tapajós mobiliza povos, lideranças e comunidades tradicionais

caravana itaituba Estão previstas para chegarem em Itaituba, local do evento, muitas caravanas, principalmente em embarcações, oriundas de comunidades, assentamentos, cidades e aldeias localizadas desde as nascentes dos Rios Teles Pires e Juruena à foz do Tapajós, onde há o “encontro das águas” com o Amazonas. Assim, o evento receberá pessoas e organizações vindas de várias regiões da bacia do Tapajós , com o objetivo de debater e encaminhar propostas que visam garantir o Tapajós Vivo.

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Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

Em defesa do Tapajós, indígenas entregam Carta à relatora da ONU

Indígenas e a relatora da ONU Lideranças indígenas do Alto, Médio e Baixo Tapajós se deslocaram, no início da semana, pela Transamazônica, até Altamira, onde entregaram uma Carta Denúncia para Victoria Tauli-Corpuz, relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre direitos dos povos indígenas.

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Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

“Se a gente for esperar o governo, a gente vai morrer – eles vão matar a gente”, diz indígena impactada por hidrelétrica

Maria Leuza Munduruku 'Barrar o rio é barrar nossos direitos' foi tema da discussão do terceiro dia do Seminário 'Direito e Desenvolvimento'. A partir do exemplo de luta dos atingidos por Belo Monte, movimentos sociais de Santarém apontam necessidade de união para impedir a construção do Complexo Hidrelétrico do Tapajós.

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Linhas de atuação: Política e cultura dos direitos humanos

Megaprojetos do Tapajós: ilusões por trás da promessas de desenvolvimento

Rio Tapajós (foto: Ramon Santos) No altar do modelo desenvolvimentista, os sacrifícios e retrocessos para a biodiversidade e para os povos e indígenas e comunidades tradicionais não têm limites. O chamado “Complexo Hidrelétrico Tapajós”, que prevê a construção de sete usinas no Oeste do Pará, impacta diretamente comunidades tradicionais, entre quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas e cerca de dois mil quilômetros de território indígena, principalmente da etnia Munduruku.

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Linhas de atuação: Política e cultura dos direitos humanos

Abaixo-assinado | Pelos Direitos dos Povos do Tapajós, Não à Barragem no Tapajós

munduruku.passeata_agosto 2013 Marcadas por sucessivas violações de direitos humanos, as construções de barragens no Brasil provocam impactos sociais tão irreversíveis quantos os ambientais. As obras do Complexo Hidrelétrico do Tapajós, no Pará, pretende efetivar a construção de nove usinas no Oeste do Pará, impactando diretamente 32 comunidades tradicionais, entre quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas e cerca de dois mil quilômetros de território indígena, principalmente da etnia Munduruku.

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Daje Kapap Eipi (Sawre Muybu) é território tradicional: todo apoio à autodemarcação do povo Munduruku!

autodemarcacao-munduruku-750x410 Organizações, entidades da sociedade civil, associações indígenas, comunidade acadêmica e personalidades civis assinaram um documento para apoiar a luta dos índios Munduruku pela demarcação de suas terras e contra o projeto de barragem que os ameaça.

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Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

Carta aberta do povo Munduruku ao povo brasileiro

Foto: Fábio Nascimento/Mobilização Nacional Indígena No último dia do Acampamento Terra Livre da Mobilização Nacional Indígena 2015, em Brasília, líderes indígenas foram barrados pela mesa diretora da Câmara Federal a participar da sessão no Plenário Ulysses Guimarães. O desrespeito com a comunidade indígena na Câmara, reflete o tratamento dado a essa população pelas autoridades do país. Silenciados, como de costume, os indígenas não puderam participar do debate e das decisões a respeitos das usinas hidrelétricas que atinge, principalmente, a eles. Em resposta, o povo Munduruku emitiu carta aberta ao povo brasileiro, confira:

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Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

Comunidades denunciam ameaças e ações violentas por parte de fazendeiros e madeireiros na região do Tapajós, no Pará

platéia2 As denúncias de violência sofrida por lideranças comunitárias, ameaçadas por fazendeiros e madeireiros, foram a tônica do primeiro dia da Audiência Pública sobre a regularização fundiária e ambiental no Oeste do Pará, realizada nos dias 26 e 27 de agosto, em Santarém.

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Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

O Globo | Chefe munduruku vai a Washington denunciar projeto de usinas no Tapajós

Josias Munduruku, lider dos guerreiros mundurukus. O chefe Josias Manhuary Munduruku ressalta que as 118 aldeias mundurukus têm que ser ouvidas

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Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

Ficha técnica: Complexo hidrelétrico na bacia do Rio Tapajós

Rio Tapajós_ Foto Ramon Santos Esse Complexo Hidrelétrico é um conjunto de cinco grandes hidrelétricas previstas para a bacia do rio Tapajós (rios Tapajós e Jamanxin). É mais nova frente hidrelétrica do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) na Amazônia que se liga ao Plano IIRSA (Iniciativa de Interregional Sul América), que consiste na integração econômica da América do Sul, do Atlântico ao Pacífico com rodovias, hidrovias, ferrovias, eletricidade e telecomunicações para benefícios dos grandes grupos econômicos.

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Linhas de atuação: Biodiversidade e soberania alimentar, Terra, território e equidade sócio-espacial

Complexo Hidrelétrico Tapajós | Oeste do Pará

Rio Tapajós_ Foto Ramon Santos O chamado “Complexo Hidrelétrico Tapajós” prevê a construção de sete usinas ao longo dos dois rios, no Oeste do Pará, impactando diretamente 32 comunidades tradicionais, entre quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas e cerca de dois mil quilômetros de território indígena.

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Linhas de atuação: Biodiversidade e soberania alimentar

Brasil de Fato | Governo quebra acordo com povo Munduruku e inicia operação militar no Pará

munduruku.passeata_agosto 2013 Aviões dão rasantes em município e comunidades. Ofícios comprovam que decisão por retomada de trabalhos ocorreu dias depois de tumultuada reunião em Jacareacanga/PA

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Linhas de atuação: Terra, território e equidade sócio-espacial

MPF pede suspensão da operação policial e estudos de usina no Tapajós/PA

indios na floresta O Ministério Público Federal (MPF) entrou nesta quarta-feira, 3 de abril, com recurso para suspender a operação militar que o governo federal faz na região do Tapajós, no oeste do Pará, assim como os estudos e o licenciamento da usina hidrelétrica São Luiz do Tapajós.

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