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	<title>Terra de Direitos &#187; sérgio sauer</title>
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	<description>Organização de Direitos Humanos</description>
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		<title>GLOBO:Cientistas brasileiros desenvolvem o feijão transgênico</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 19:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A edição da última terça-feira (6) do Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão, veiculou uma reportagem sobre a polêmica em torno da liberação comercial do feijão geneticamente modificado. Na matéria foram ouvidos o autor da pesquisa, Francisco Aragão, agrônomo da Embrapa; o biólogo Renato Rezende, da Universidade de Brasília; o presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Renato S. Maluf; e o representante da ONG Terra de Direitos, Sérgio Sauer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/09/cientistas-brasileiros-desenvolvem-o-feijao-transgenico.html">http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/09/cientistas-brasileiros-desenvolvem-o-feijao-transgenico.html</a></p>
<p><em>A novidade desencadeou uma polêmica entre os cientistas &#8211; e só poderá chegar aos supermercados se for autorizada pelo governo.</em></p>
<div>A Embrapa desenvolveu uma semente modificada geneticamente para produzir um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros. A novidade desencadeou uma polêmica entre os cientistas &#8211; e só poderá chegar aos supermercados se for autorizada pelo governo.</div>
<p>É sabor que está no prato do brasileiro.</p>
<p>“Cresci comendo feijão e vou morrer comendo feijão”, diz um rapaz.</p>
<p>O Brasil é o maior consumidor de feijão do mundo e agora, cientistas da Embrapa criaram uma nova planta resistente ao vírus do mosaico dourado, transmitido pela mosca branca &#8211; o terror dos produtores de feijão.</p>
<p>Para criar a semente transgênica, foi colocado um pedaço do gene do vírus em uma célula da planta. A célula modificada ativa as defesas do feijão e assim, a semente já nasce pronta para impedir a contaminação pelo vírus.</p>
<p>Em uma plantação atacada pela mosca branca, é possível ver a diferença:</p>
<p>as plantas transgênicas não são afetadas &#8211; as convencionais, ficam doentes e param de produzir. Hoje, a única forma de combater a praga é com inseticida.</p>
<p>Os pesquisadores afirmam que os testes feitos com animais provam que o feijão transgênico é seguro para consumo humano e mantém o valor nutritivo do feijão convencional.</p>
<p>“Mesmo teor de ferro, proteína, de vitaminas que são encontrados no feijão convencional. O sabor também é exatamente o mesmo”, afirma o pesquisador da Embrapa Francisco Aragão.</p>
<p>Mas o Conselho de Segurança Alimentar, que assessora a Presidência da República, não se convenceu.</p>
<p>“O que está se pedindo é que mais testes sejam realizados e na opinião de especialistas os apresentados não são suficientes”, aponta Renato Maluf, presidente do Consea.</p>
<p>A decisão sobre permitir ou não a venda do feijão transgênico é da CTNBio, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança e deve sair ainda este mês. Ate lá continua a queda de braço entre os grupos a favor, e contra esse tipo de feijão modificado.</p>
<p>Organizações não-governamentais acham que faltam garantias para a saúde do consumidor.</p>
<p>“O feijão, nós estamos falando da lavoura direto para a mesa do brasileiro e aí quais são as consequências de consumir algo que é geneticamente modificado e nós não temos estudos a médio e longo prago que nos garantam a segurança alimentar”, diz Sérgio Sauer, da ONG Terra de Direitos.</p>
<p>Um biólogo da Universidade de Brasília diz que não ha motivo para o receio.</p>
<p>“O feijão é processado, é cozido pra ser consumidor, e o próprio cozimento é um processo que inativa muitos tipos de produtos. E não existe nenhum risco para o consumo humano”, garante o biólogo Renato Oliveira Rezende.</p>
<p>Certo mesmo, é que feijão não pode faltar.</p>
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		<title>Estudantes da UnB realizam debate sobre limite da terra</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 12:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Terra, território e equidade sócio-espacial]]></category>
		<category><![CDATA[limite da terra]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[sérgio sauer]]></category>
		<category><![CDATA[UNB]]></category>

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		<description><![CDATA[Estabelecer um limite à propriedade da terra no Brasil não ameaça a propriedade privada. Pelo contrário, ao impor um tamanho às propriedades rurais, o Brasil vai instituir um mecanismo claro de uso limitado de um bem comum, a terra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://terradedireitos.org.br/wp-content/uploads/2010/08/soja_colheita.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3447" title="soja_colheita" src="http://terradedireitos.org.br/wp-content/uploads/2010/08/soja_colheita-300x225.jpg" alt="soja_colheita" width="300" height="225" /></a><em>por Assessoria de Comunicação Cáritas Brasileira</em></p>
<p>Estabelecer um limite à propriedade da terra no Brasil não ameaça a propriedade privada. Pelo contrário, ao impor um tamanho às propriedades rurais, o Brasil vai instituir um mecanismo claro de uso limitado de um bem comum (a terra) e determinar a justiça no campo, pois todos devem ter o direito à terra e aos demais direitos assegurados a partir do acesso a ela.</p>
<p>Com essa avaliação, o professor de Agricultura Familiar e Políticas Públicas da Faculdade da Universidade de Brasília de Planaltina (FUP), Sérgio Sauer, participou do debate sobre o limite da propriedade da terra realizado pelo Centro Acadêmico do curso de Ciência Política, nessa quinta-feira (5), no auditório Joaquim Nabuco, no campus Darcy Ribeiro da universidade.</p>
<p>Sauer resgatou a história da implantação do atual modelo agropecuário, baseado na produção monocultora em grandes extensões de terras, relacionado com as lutas camponesas de resistência, especialmente as ações e lutas pela terra a partir da promulgação da Constituição.</p>
<p>Com base na realidade da concentração fundiária no país, ele destacou as lutas pela reforma agrária (durante o período Constituinte) e as tentativas populares de democratizar o acesso à terra. Segundo ele, &#8220;é fundamental limitar a apropriação de um bem, a terra, que é de toda a sociedade brasileira&#8221;, disse.</p>
<p>Organizado pelo Movimento Estudantil Socioambiental da UnB e pelo Centro Acadêmico de Ciências Políticas da universidade, o debate intitulado &#8220;Pelo direito à terra e à soberania alimentar&#8221; contou com a participação de Adolpho Fuíca, geógrafo e presidente da Sociedade dos Amigos da Reserva e do Parque Ecológico do Guará (SAPEG).</p>
<p>O seminário é parte das atividades de organização do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra na UnB. Articulado pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA), o Plebiscito irá consultar a população brasileira sobre o tema entre 1º e 7 de setembro. Na UnB, contudo, a consulta vai ocorrer entre os dias 17 e 19 de agosto, na entrada norte do ICC (Ceubinho) e em outros locais alternados.</p>
<p>Leia mais notícias relacionadas no site da Campanha Nacional pelo Limite da Terra, www.limitedaterra.org.br.</p>
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		<title>Processos recentes de criminalização dos movimentos sociais populares</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 12:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[criminalização dos movimentos sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Agrária]]></category>
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		<description><![CDATA[As estratégias de repressão delineadas a partir dos próprios preceitos da sociedade democrática são assuntos para este artigo do pesquisador e professor Sérgio Sauer. (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As estratégias de repressão delineadas a partir dos próprios preceitos da sociedade democrática são assuntos para este artigo do pesquisador e professor Sérgio Sauer. Para ele, se antes a retirada da legitimidade dos movimentos organizados se dava através do uso da violência, atualmente os movimentos enfrentam um processo contínuo de criminalização. Diz ele: <em>&#8220;Conseqüentemente, criminalizar não é utilizar a força policial para reprimir manifestações (tratar como &#8220;caso de polícia&#8221;), mas é transformar (caracterizar ou tipificar) uma determinada ação em um crime&#8221;. </em><a href="http://terradedireitos.org.br/biblioteca/sala-de-midia/opiniao/processos-recentes-de-criminalizacao-dos-movimentos-sociais-populares/attachment/processos-recentes-de-criminalizacao-dos-movimentos-sociais-populares-2/" target="_blank">Leia o artigo na íntegra.</a></p>
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