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União Democrática Ruralista (UDR)

Júri popular de integrante da UDR é adiado

JOKA3953 Advogado do réu Augusto Barbosa da Costa, acusado de assassinar o sem terra Sebastião Camargo em 1998, renunciou ao mandado. O acusado tem dez dias para indicar outro advogado para o caso ou para recorrer à Defensoria Pública do Paraná. Agora, Augusto tem o prazo de dez dias para indicar novo advogado para o caso ou para recorrer à Defensoria Pública do Paraná.

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Integrante da milícia da UDR vai a julgamento hoje

Primeiro júri de Augusto Barbosa da Costa, em fevereiro de 2013. O integrante da milícia privada da União Democrática Ruralista (UDR), Augusto Barbosa da Costa, acusado de assassinar o sem-terra Sebastião Camargo, vai a júri popular, novamente, hoje, em Curitiba, às 13hs. Costa foi submetido a julgamento em fevereiro de 2013, ocasião em que a maioria dos jurados reconheceu a participação do réu de forma efetiva e consciente no crime, portando arma de fogo e aderindo à mesma conduta dos demais presentes no despejo.

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TJPR aumenta penas de condenados pelo assassinato de trabalhador sem terra

Sebastiao_Salgado9 O julgamento dos recursos pelo TJPR confirmou a condenação de Osnir Sanches e aumentou a pena em dois anos, agora fixada em 15 anos de prisão. Com relação ao réu Teissin Tina, os desembargadores aumentaram a pena em um ano.

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Marcos Prochet é condenado a 15 anos de prisão por morte de trabalhador sem terra

JOKA3972 Em julgamento histórico, júri popular condena o ruralista Marcos Prochet a 15 anos e nove meses de prisão por homicídio duplamente qualificado, por recurso que impossibilitou a defesa da vítima e ocultação da prática de outros crimes. O julgamento terminou por volta das 22h, com a presença de mais de 200 pessoas, entre elas a viúva o filho de Sebastião Camargo, assassinado há 15 anos.

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AMANHÃ: Ex-presidente da UDR vai a júri popular acusado de assassinar trabalhador sem terra

juri_camargo_capa site Marcos Prochet é acusado de participação na morte do trabalhador sem terra Sebastião Camargo, durante um despejo ilegal em 1998. O júri popular será no Tribunal do Júri de Curitiba, a partir das 13h. O ruralista é defendido por um dos advogados do ex-deputado Carli Filho. A defesa de Prochet já conseguiu adiar o julgamento por duas vezes.

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Ministério Público denuncia diretor da FAEP, ligada à CNA, por homicídio de trabalhador sem terra no Paraná

juri_broto_quadro O Ministério Público do Paraná oficiou denúncia contra Tarcísio Barbosa de Souza, presidente da Comissão Fundiária da FAEP, ligada à CNA, por participação no assassinato do trabalhador sem terra Sebastião Camargo, ocorrido em 1998.

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Ex-presidente da UDR vai a júri popular acusado de assassinar trabalhador sem terra

Marcos Prochet O fazendeiro Marcos Prochet é acusado de disparar o tiro que matou o trabalhador rural sem terra Sebastião Camargo Filho, em 1998, no Noroeste do Paraná. O julgamento será no dia 22 de novembro, no Tribunal do Júri de Curitiba.

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Familiares de trabalhador rural assassinado ingressam com ação de indenização contra fazendeiro

Sebastiao_Salgado9 O agricultor foi morto em 1998, no Noroeste do Paraná, durante um despejo forçado. Em novembro de 2012, Teissin Tina, ex-proprietário da fazenda onde ocorreu o crime, foi condenado a seis anos de prisão por homicídio simples.

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Condenação dos pistoleiros e absolvição do mandante: um padrão de impunidade na justiça brasileira

José_Maria_Extrativistas Na presença de familiares, militantes de movimentos sociais, religiosos, representantes de organizações de direitos humanos e jornalistas brasileiros e de todo o mundo, o veredicto apresentado pelo júri diz muito sobre o cenário de violência contra defensores de direitos humanos no Brasil, ao condenar os executores da pistolagem, mas absolver o mandante do assassinato.

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2013: o ano do combate à impunidade dos crimes contra defensores de direitos humanos em conflitos fundiários no Brasil

Mosaico produzido pelo artista Javier Guerreiro Meza, em homenagem aos militantes João Claudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo Atingido o segundo dia de julgamento, as provas testemunhais e o conjunto de provas colhidas ao longo das investigações deixam evidente a motivação fundiária do crime ocorrido em Nova Ipixuna/PA, o que novamente coloca a questão agrária brasileira no cenário internacional.

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Brasil de Fato | Janela para a Justiça

José_Maria_Extrativistas Cinco crimes cometidos contra agricultores sem terra ou pessoas ligadas à defesa de direitos dos trabalhadores do campo têm o julgamento previsto para o primeiro semestre de 2013. Entre eles está o assassinato de Sebastião Camargo, camponês morto há quase 15 anos em um despejo ilegal realizado por uma milícia organizada pela União Democrática Ruralista (UDR). O assassinato de Sebastião Camargo, ao lado dos outros crimes cometidos desde os anos 1990, apontam dilemas para a questão dos direitos humanos e da justiça com os crimes ocorridos no campo.

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Júri absolve integrante de milícia da UDR no Paraná

Foto: Edson Rimonatto O segundo júri popular de envolvidos no assassinato do trabalhador rural Sebastião Camargo, realizado hoje (4), em Curitiba/PR, absolveu o integrante de uma milícia privada da União Democrática Ruralista – UDR, Augusto Barbosa da Costa, acusado de homicídio doloso.

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Apenas 8% dos casos de assassinatos em conflitos agrários são julgados no Brasil

Júri Sebastião Camargo No Paraná, dos 19 crimes ocorridos entre 1994 a 2009, o caso do assassinato do agricultor sem terra Sebastião Camargo é o quarto a ser julgado. Hoje, segunda-feira (4), a partir das 9h, será realizado no Tribunal do Júri de Curitiba o segundo júri popular de um acusado de participação na morte do sem terra.

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Diretor da FAEP é acusado de envolvimento em caso de homicídio no Paraná

Osnir Sanches, condenado em 2012 por participação no assassinato do agricultor sem terra Sebastião Camargo, aponta o atual presidente da Comissão Fundiária da FAEP, Tarcisio Barbosa de Souza, como articulador de milícias no Paraná. Na próxima segunda-feira (4), às 9h, será realizado no Tribunal do Júri de Curitiba o segundo júri popular sobre o caso Sebastião Camargo. Será o pistoleiro Augusto Barbosa da Costa, acusado de participação na morte do sem terra.

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Latifundiário consegue adiar julgamento pela segunda vez

Pela segunda vez, às vésperas de ir a julgamento, o ex-presidente da União Democrática Ruralista Marcos Prochet fica de fora do júri popular dos envolvidos no assassinato do trabalhador rural sem terra Sebastião Camargo. Prochet iria para o banco dos réus na próxima segunda-feira (4), junto de Augusto Barbosa da Costa, integrante de milícia organizada pela UDR, também acusado de participação no crime.

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Ex-presidente da UDR vai a júri popular na próxima segunda-feira acusado de assassinar trabalhador sem terra

Está marcado para a próxima segunda-feira (4) o júri popular que julgará o ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Marcos Prochet, acusado de matar o camponês Sebastião Camargo, de 65 anos, em 1998. O trabalhador sem terra foi morto durante um despejo ilegal na cidade de Marilena, no Noroeste do Paraná, que envolveu cerca de 30 pistoleiros, entre eles Augusto Barbosa da Costa, integrantes de milícia organizada pela UDR, que também vai a júri na próxima semana.

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Ex-presidente da UDR será julgado em fevereiro acusado de assassinar trabalhador sem terra

Marcos Prochet, ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), vai a Júri Popular no dia 4 de fevereiro de 2013, em Curitiba, acusado de assassinar o trabalhador rural sem terra integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Sebastião Camargo Filho, de 65 anos. As investigações sobre o caso apontam Marcos Prochet como autor do disparo que matou o agricultor, além de ser identificado como chefe do esquema das milícias privadas no sul do Brasil.

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Confira a repercussão nos meios de comunicação sobre o Júri Sebastião Camargo

No dia 28 de novembro, no Tribunal do Júri de Curitiba/PR, duas pessoas foram condenadas pela morte do trabalhador rural sem terra Sebastião Camargo, assassinado em 1998, no município de Marilena/PR. Veja a repercussão do caso nos meios de comunicação estaduais e nacionais.

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Júri Popular condena fazendeiro e integrante de milícia por homicídio de trabalhador sem terra

O julgamento de dois acusados de participação no assassinato do trabalhado sem terra Sebastião Camargo, em 1998, terminou na madrugada desta quarta-feira (28), por volta das 2h, com decisão inédita. Osnir Sanches foi condenado a 13 anos de prisão por homicídio qualificado e constituição de empresa de segurança privada, utilizada para recrutar jagunços e executar despejos ilegais. Teissin Tina, ex-proprietário da fazenda Boa Sorte, onde o agricultor foi assassinado, recebeu condenação a seis anos de prisão por homicídio simples. Os condenados poderão recorrer da decisão em liberdade.

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